A Coluna Vertebral- Parte II- Aspectos evolutivos e Regências astrológicas

A coluna confere estabilidade dinâmica ao tronco e capacidade de ver o horizonte dos acontecimentos. Tudo isto, é claro, foi acontecendo desde os primórdios da humanidade

O  tema Coluna Vertebral é extenso e profundo. Nessa segunda parte abordaremos sua estrutura. Podemos observar um sofisticado desenvolvimento anatômico que nos mostra os passos da humanidade no caminho da evolução.

Primitivamente o corpo humano deslocava-se com o auxílio dos quatro membros (dois superiores e dois inferiores). A coluna vertebral permanecia a maior parte do tempo na posição horizontal, como na maioria dos animais. À medida que fomos evoluindo o Ser Humano foi se verticalizando e seu corpo, adquirindo um funcionamento cada vez mais eficaz e complexo na posição ereta.

Podemos então perceber que as vértebras finais (cóccix) se curvaram em conjunto, na direção do plano medial do corpo, servindo de apoio para a inserção dos tecidos do assoalho pélvico, que sustenta os órgãos reprodutores e de excreção do organismo. 

– Quatro são as faces da coluna vertebral:

-Corpos das vértebras, direcionados ao espaço interno do corpo.

–  Espinhas Vertebrais, direcionam-se ao lado externo das costas, estas espinhas se diferenciam na sua forma, segundo o lugar que ocupam. 

– Os Processos Transversos das maleáveis vértebras, localizados lateralmente, permitem a composição de uma trama de tecidos que as mantém unidas entre si e, ao mesmo tempo, com necessário grau de liberdade. Isso confere estabilidade à coluna e a flexível movimentação. 

– As últimas cinco vértebras fundem-se formando o osso chamado sacro, que serve de sustentação às vértebras lombares e proporciona o movimento organizado da bacia. 

A regência astrológica da coluna é atribuída ao signo de Leão. 

Complementam essa regência Lua, Marte, Mercúrio e Netuno. 

A atividade conjunta desses planetas, possibilita ao corpo uma organização e “programação”, em concordância com as necessidades específicas do momento. Manter uma coluna flexível e em estado fluídico de adaptabilidade é mister para manter um bom estado de saúde.

A Lua nos assiste no sistema digestivo e de assimilação dos alimentos, assim com a distribuição e fixação dos sais minerais e o equilíbrio do pH do organismo. Marte rege o segmento sacral da coluna de onde surgem os estímulos nervosos responsáveis pelas informações dos membros inferiores do corpo, assim como das atividades geradoras e excretoras.  Junto à Lua garantem a fecundidade.

A coluna distribui a partir do Sistema Nervoso Central os comandos cerebrais para todos os segmentos do corpo, ela torna possível ao Corpo Físico exercer, da maneira mais eficaz ,todas as suas funções.

As atividades de Mercúrio e Netuno no interior da Coluna serão contempladas no próximo artigo desta série. 

Que as Rosas Floresçam em Vossa Cruz!

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